“Foi ruim desde o começo. E se tornou rapidamente pior.” – Dennis Guilder.
Um olhar e pronto. Acho que isso é que chamam de amor à primeira vista e foi exatamente assim. Um amor tão grande que Arnie Cunnigham pode ver muito mais do que sua simples aparência. Ele viu tudo o que Ela podia ser.
Christine... É tudo sobre ela. Nada no mundo pode mais separa-los agora e aí de quem ousar tentar. Pode acabar em serias consequências. Leigh entrou nesse romance e assim teve inicio esse triângulo amoroso dos infernos. Acho que essa é a única palavra adequada.
Um ama o outro incondicionalmente, um necessita do outro incondicionalmente e ambos estão dispostos a tudo para ficarem juntos, estão obcecados irracionalmente.
Se você está achando que esse é mais um livro estilo “Romeu e Julieta” ou “Crepúsculo” da atualidade você esta redondamente enganado. Nada nunca é o que parece especialmente quando a historia nasce da mente brilhante de Stephen King.
Christine é um Plymonth Fury 1958. Com cheiro de estofados novos e bem pintada pode até parecer um carro comum, mas carrega algo que a diferencia de qualquer outra coisa. Arnie agora é seu novo dono e cuidado todos aqueles que se meterem nos seus caminhos. Christine está nas ruas, esta rodando por aí dando gargalhadas e agora ninguém mais pode parar essa garota “apaixonada”.
“Seu egoístico objetivo.
Sua fúria interminável”.

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