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| A menina que roubava livros... mas não sabia ler. |
"Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito". {Liesel Meminger}
Alemanha nazista. Esse “simples” cenário já me deixou empolgada para ler “A Menina Que Roubava Livros”. Em meio a bombardeios, desfiles de judeus e discursos do Fhuer, uma garotinha descobre sua paixão por livros e mostrando seu talento para furta-los mesmo sem saber ler ainda. Essa é a menina que roubava livros.
Liesel é o nome da nossa querida e ilustre ladra que é forçada a abandonar tudo o que conhece e se mudar para uma nova cidade, uma nova casa e novos pais. A narradora e ninguém mais ninguém menos que Dona Morte que se encontra três vezes com Liesel e se apaixona por ela e por sua historia. Tanto é que se vê na obrigação de contá-la. O fato é que um dia todos nós seremos visitados por ela, mas ter a sua historia contada por ela... É um privilegio e tem que valer a pena.
Por mais que pareça/seja “tedioso” ler esse livro persista até o fim. As lições que se aprende simples frases que mudam o seu dia, para não dizer a sua vida faz tudo valer apena.
Afinal, quando a Morte conta uma história você deve parar para ler.

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