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O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas

Se você planeja ser um escritor, roteirista, ou qualquer outra coisa que implique escrever historia e você tenha em mente algo relacionado a vingança antes de mais nada, antes de qualquer estudo leia e releia O Conde de Monte Cristo, porque quando o assunto é vingança e justiça Edmond Dantès leva o premio.


É aquela velha historia que eu gostam de dizer: Por trás de uma pessoa fria tem um coração partido. Mas deve-se tomar cuidado. Até mesmo para vingança existe certos limites.




A fronteira entre se vingar e brincar de Deus.

Se dinheiro compra felicidade eu não sei, mas vingança com certeza.


Contando a historia de jovem marinheiro  traído por quem julgava ser seu amigo e pelos que o invejavam, é jogado na temerosa Ilha De If. A pior prisão de todos os tempos, mas que para Dantés se torna uma verdadeira escola. Abade Faria lhe ensina de tudo e eles preparam a sua fuga. Mesmo não tendo conseguido ver novamente o mundo por trás da prisão, o Abade ainda presenteia Edmund com uma imensa fortuna que o torna o homem mais rico do mundo.



Com muito dinheiro e sede de vingança ele se torna O Conde de Monte Cristo e vai atrás dos que lhe aprisionaram por 14 anos em If.



Eu me surpreendi com a engenhosidade e inteligência do Conde. Ele, julgando a morte pouco para seus inimigos, os destrói e ridiculariza das mais diversas maneiras, enquanto ajuda os inocentes e seus amigos.



Mas com isso acaba se tornando muitas vezes responsável por eventos catastróficos na vida de muitas outras pessoas. Assim vai ultrapassando muitos limites, destruindo barreiras e podendo atingir até mesmo os inocentes.



Ele então se encontra na fronteira entre fazer vingança e ser Deus, e é aí que lhe cai a velha questão: Até onde se vai por vingança?

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